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Sejam bem vindos ao meu blog, que 'fala' sobre meus sentimentos, minhas vontades, meus sonhos. Aqui eu escrevo minhas bobagens que ninguém lê *-*
Sintam-se à vontade para opinar, para entrar no meu mundo (:

/izatílt

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

My heart never will be your home*

Eu tentei por muito tempo me acostumar com a ausência de algumas coisas.
Eu já não sinto mais o amor vindo de você, não me sinto feliz como antes, é como se você quisesse me dizer algo, mas não tem coragem. A tristeza em teu olhar, a linha reta que se tornou sua boca, palavras sem sentidos, palavras como laminas, o amor que existia em seu coração se perdeu, levando junto consigo o meu. Eu lutei muito pra me manter firme ao seu lado, mas é como se você não se importasse, como se já não quisesse mais a minha presença.
Isso não deveria doer, você não deveria me machucar dessa forma, o amor não deveria doer, não?
Me diz o que eu fiz? Eu não fui compreensiva, eu não dei o meu melhor? Eu sempre me mantive firme, pra te ter ao meu lado, e, agora você vai embora, como das outras vezes, você vai me deixar, você esperou tanto tempo, só pra dizer que não precisa mais de mim. Antes de você ir, eu só quero que você saíba, que eu sempre soube que meu coração nunca será sua casa.

/izatílt

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Aquelas palavras pareciam laminas...laminas que cortavam o que ainda restava dos cacos em meu peito.Aquilo estava me matando aos poucos, eu senti uma enorme vontade de gritar, mas faltava ar em meus pulmões.Pela primeira vez eu não conseguia pensar em nada pra afastar aquele sentimento, parecia que realmente o que eu tinha adiado por tempos, chegara ao fim.Mas não foi como eu imaginei, como eu planejei, estava tudo fora do controle, a peça frágil era eu. De alguma forma eu driblei a dor e a coisa gelada que tomava posse de mim, e, visualizei toda situação, esqueci das laminas e revidei as palavras, esperando que elas tivessem o mesmo efeito que tiveram sobre mim.E, então...eu era de novo eu mesma, não menos frágil, mas eu me sentia normal, a sensação de dopamento tinha ido embora, eu estava pensando com mais clareza. Eu entrei no jogo que eu sabia todas as regras, fiz o meu personagem preferido se tornar real, dráma, raiva, culpa, angústia, medo. A vítima que não sentia dor, ou pelo menos a guardava em um lugar seguro, naquele momento eu não podia me permitir sentir, eu precisava ser forte, a minha felicidade dependia daquilo...daquela pessoa. A pessoa que eu amava.